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Por João Pedro Martins

Mariana Aroni é estudante de Jornalismo da Una. Ela falou um pouco sobre sobre a sua irmã, Ana Luiza, e de como elas coexistem na mesma casa. Como é a relação de pessoas que são tão diferentes uma da outro.

“A dinâmica da minha minha casa com minha irmã é bem agitada, então acaba incomodando em alguns pontos”. A forma com as duas lidam com suas atribuições acaba sendo um dos fatores que incrementam a curiosa reação entre elas. “Temos rotinas diferentes e somos o oposto de uma da outra.”

Dentre aquilo que as caracteriza como pessoas tão distintas está a personalidade de uma, a princípio mais fria com o calor da outra. Ana Luiza faz questão de ser próxima… Sempre demonstrando o que sente, já Mari sente-se confortável no oposto “Sabe… Ela é do tipo de pessoa que tá sempre por perto. Eu sou mais afastada e ela quente.”

Ana Luiza tende a gerar movimento a vida de Mariana, enquanto a mais velha acalma a irmã. Na química que surge da relação das duas irmãs, acaba sobressaindo o acaso que algumas situações provocam “às vezes uma começa a cantar uma música e a outra continua. Fica um clima de irmãs.” Em momentos mais sensíveis isto também surge “em muitos momentos entendemos as fragilidade uma da outra.. Às vezes tem uma empatia.”

Os pais de Ana Luiza trazem mais uma peça para esta relação, trazendo à tona o papel de mais velha da Mariana. O cuidado e a observação de sua irmã mais nova é algo que surge, não como a empolgação da química de que se finaliza uma canção quando a outra começa, mas com o zelo que surge naturalmente “Ela é sensível, mas casca grossa. Ela acaba que absorve as coisas fácil…”


João Pedro Martins

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